Além dos números de intenção de votos, a pesquisa Quaest/TV Anhanguera, divulgada na quinta-feira (24/9) trouxe uma notícia especialmente ruim para a campanha do ex-governador Marconi Perillo (PSDB): a rejeição ao tucano, que se mantinha em patamar elevado, cruzou a linha dos 50%. Wilder Morais (PL) também viu subir sua rejeição com o andamento da disputa eleitoral.
Dos entrevistados, 52% afirmam que ‘conhecem e não votam’ em Marconi. Os que conhecem e admitem votar no tucano somam 37%, além de 11% que dizem não conhecer o ex-governador. Marconi, portanto, tem um saldo negativo de 34 pontos percentuais entre potencial máximo de voto e aqueles que o descartam.
Em julho, Marconi tinha rejeição de 46% e potencial de votos de 38%. No levantamento divulgado pela Quaest em agosto, o primeiro contratado pela TV Anhanguera, a rejeição avançou para 49%, enquanto o potencial de voto manteve-se em 38%. Em dois meses, com o andamento da campanha, a rejeição ao ex-governador subiu seis pontos. Já o potencial de voto oscilou um ponto percentual para baixo, de 38% para 37%.
Wilder Morais tem 28% de rejeição e potencial de voto menor, de 20%. Há um mês, a rejeição ao senador era de 22%, mesmo patamar do seu potencial de voto. De lá para cá, a rejeição ao candidato do PL subiu seis pontos, enquanto seu potencial de conquistar votos caiu dois pontos. Às vésperas da eleição, o senador ainda é desconhecido de 52% dos eleitores.
O governador Daniel Vilela tem 57% de potencial de voto ante a uma rejeição de 23%. Em agosto, a rejeição ao emedebista era a mesma, enquanto o potencial de voto chegava a 52%. Portanto, em um mês o estoque positivo (potencial de voto menos rejeição) cresceu de 29 para 34 pontos.
Estimulada
Daniel Vilela lidera a disputa para o Governo de Goiás com 42% das intenções de voto. Em segundo, distante 23 pontos, Marconi Perillo tem 19%. Wilder Morais soma 15% e está tecnicamente empatado com o ex-governador. Luís Cesar Bueno (PT) tem 5%. Luciana Amorim (UP), 2%, e Danilo Silva (PCO), 1%. Brancos e nulos somam 8% e os indecisos são 10%.
A Quaest fez 804 entrevistas domiciliares entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com os protocolos GO-01667/2026 e BR-03864/2026.






