Em 2019, ainda antes da crise sanitária que marcou os anos de 2020 e 2021, a secretária destacou, em entrevista à revista Nova Escola, a importância de cuidar da saúde emocional e física de quem está diariamente em sala de aula. “Criar um atendimento especial aos professores, tanto na questão da saúde emocional e física. Precisamos pensar em quem tá na sala ali com 40 alunos”, afirmou à época.
Com a chegada da pandemia, o mundo enfrentou um cenário de forte impacto psicológico, e a necessidade de acolhimento socioemocional se intensificou. Nesse contexto, a iniciativa defendida por Fátima Gavioli ganhou ainda mais relevância, reforçando a clareza das decisões já apontadas anteriormente pela gestão da Educação em Goiás.
Em outubro de 2025, a secretária consolidou essa política com o fortalecimento do programa Ouvir e Acolher, que passou a contar com uma frente específica de atendimento aos professores. A ação representou a institucionalização de um cuidado que já vinha sendo exercido desde o período pandêmico, quando foram criadas linhas de atendimento remoto para escutar e apoiar os profissionais que necessitavam de suporte emocional.
A implementação definitiva do atendimento psicológico aos servidores e docentes confirma o compromisso assumido ainda em 2019 e evidencia o protagonismo de Fátima Gavioli ao antecipar uma demanda que se tornaria central para a valorização e o bem-estar dos profissionais da educação.