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Terça-feira. 05/07/2022
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ECONOMIA

ICMS

"Goiás continua cobrando o ICMS sobre R$ 6,55", diz Caiado sobre alta nos combustíveis

"Isso significa que deixamos de arrecadar R$ 40 milhões por mês", afirma Caiado sobre congelamento do ICMS

18/03/2022 às 12h30


POR Redação

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Após o reajuste do combustível feito pela Petrobras no último dia 11 de março, os consumidores vêm sentindo no bolso o aumento e amargando os preços, que chegam a cerca de R$ 8,50 em algumas cidades goianas.

Na manhã desta quinta-feira (17), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), falou sobre as altas e negou que esteja alinhado a qualquer debate para aumentar o imposto cobrado sobre o valor do litro do combustível.

De acordo com o governador, o congelamento da alíquota do ICMS sobre os combustíveis foi discutido em novembro do ano passado e, desde então, o imposto cobrado é o mesmo: sobre  R$ 6,55 por litro de gasolina.

“Vamos falar a verdade! O Governo de Goiás liderou junto aos demais governadores, ainda em novembro, o congelamento da alíquota do ICMS sobre os combustíveis. Desde então, o imposto é cobrado sobre o valor de R$ 6,55 por litro de gasolina.

Portanto, é falso que Goiás esteja alinhado com qualquer debate que vá na contramão dos interesses do contribuinte. Nosso trabalho visa continuar diminuindo a carga tributária e investindo na qualidade de vida dos goianos.”, escreveu nas redes sociais.

Caiado fala sobre o ICMS cobrado sobre combustíveis

Nas redes sociais, Ronaldo Caiado falou que, mesmo diante do atual cenário, o Estado continua com o congelamento do ICMS determinado ano passado e, com isso, deixa de arrecadar mensalmente R$40 milhões.

“Vale frisar: mesmo com os reajustes dos combustíveis em função da conjuntura econômica e do cenário internacional, Goiás continua cobrando o ICMS sobre R$ 6,55.

Isso significa que deixamos de arrecadar R$ 40 milhões por mês. É um esforço que considero importante para aliviar o bolso dos goianos.

Sendo assim, continuaremos defendendo, seja no Fórum de Governadores ou em qualquer outra seara, os interesses dos goianos. Não assinaremos qualquer proposição que prejudique os contribuintes.”, finalizou