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GOIÁS

Caiado é escolhido para representar Centro-Oeste em acordo de royalties do petróleo

Cada região brasileira terá um representante que ficará a cargo de reunir informações dos governadores e elaborar um texto para apresentar na próxima audiência

12/02/2020 às 13h00


POR Redação

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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), foi escolhido para representar a região Centro-Oeste no acordo sobre a distribuição dos royalties do petróleo produzido no Brasil, em reunião ocorrida na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília. Cada região brasileira terá um representante que ficará a cargo de reunir informações dos governadores e elaborar um texto para apresentar na próxima audiência.

Comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, a audiência contou com a presença de diversos governadores, que já estavam na capital federal, após participação no VIII Fórum dos Governadores.

Conforme adiantado, cada região brasileira terá um representante que ficará responsável por reunir informações dos governadores e elaborar um texto para apresentar na próxima audiência, que está prevista para 30 dias. Caiado foi escolhido para ser o representante do Centro-Oeste, e ele também vai intermediar essas informações com os representantes das demais regiões.

Ação que trata da divisão de royalties do petróleo já dura 8 anos

A ação que dispõe sobre a divisão e distribuição de royalties do petróleo já se alonga por oito anos e o valor referente ao que foi deixado de repassar aos Estados chega a R$ 100 bilhões. De acordo com o projeto de lei aprovado e promulgado pelo Congresso Nacional, é determinado que todas as riquezas da União devem ser partilhadas de forma igual entre as unidades da Federação. Caiado cobrou consenso dos governadores e enfatizou o tempo já transcorrido. “Já estamos entendendo que os oito anos que passaram não serão repassados a nós. Então, deveria ser o rito normal como foi aprovado pelo Congresso Nacional”, destacou.

Agora, as Procuradorias de cada Estado se reunirão para a construção do texto que será apresentado no próximo mês. Em seguida, a matéria será relatada pela ministra Cármen Lúcia e, posteriormente, julgada pelo STF. O ministro Dias Toffoli reiterou a importância de manter o debate para que a decisão possa ser tomada. “Temos procurado enfrentar as pautas da Federação com diálogo, com cooperação”, pontuou.