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CIDADES

SAÚDE

Caiado discute acordo de cooperação com a China contra coronavírus

A intenção, segundo o governo é discutir técnicas e tratamentos mais efetivos contra o novo vírus, já que foi na nação asiática que a doença surgiu

25/03/2020 às 13h00


POR Redação

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O governador Ronaldo Caiado conversou nesta terça-feira (24/3) com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, para discutir um acordo de cooperação entre os dois países contra o avanço do coronavírus no Brasil. A intenção, segundo o governo, é discutir técnicas e tratamentos mais efetivos contra o novo vírus, já que foi na nação asiática que a doença surgiu.

Conforme Caiado, o embaixador colocou à disposição do Estado de Goiás teleconferências com os médicos que estiveram à frente da luta contra o coronavírus, em Wuhan, para que os profissionais goianos trabalhem em procedimentos que possam superar a Covid-19 em pacientes mais graves.

O governador explicou que é preciso ter capacidade e sensibilidade para avaliar qual é o momento, o que fazer e se é o certo. “Essa oferta foi muito importante, vou fazer chegar a toda a nossa estrutura da Secretaria de Saúde (SES) para que o nosso secretário Ismael [Alexandrino] possa também avançar nesse sentido”, destacou ele.

Ainda de acordo com informações do governo, o acordo de cooperação com a China faz com que Goiás tenha maior número de dados e “de experiência para caso amanhã” se tenha um suporte maior de tratamento e opções de conduta.

Contra coronavírus, Goiás entrou com medidas duras, mas necessárias, diz superintendente de vigilância

O acordo de cooperação em discussão foi revelado na live diária do governador, que contou com a participação da Superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Flúvia Amorim. De acordo com ela, Goiás está acompanhando diariamente a progressão do coronavírus e tomando medidas duras, uma vez que o governo não quer “repetir o erro, por exemplo, da Itália, que demorou demais a entrar com essas medidas mais restritivas, de isolamento domiciliar, de cancelamento de aulas”.

“Essa doença não tem vacina. Numa guerra a gente usa as armas que possui e que são eficazes. E é essa arma que estamos usando agora, que é o distanciamento e isolamento social. Cada um fica na sua casa, sem contato com outras pessoas”, completou a especialista.